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2017 e o ano da aceitação

Nós sempre fazemos mil listas de desejos assim que um novo ano começa, não é mesmo? Eu, como uma boa amante de listas que sou, fiz a minha. Listei tudo que eu queria fazer durante esse ano, não são promessas, apenas algumas coisas que eu gostaria de fazer.

Mas além dessa lista, que conta com 25 itens, eu elegi alguns pontos que eu gostaria de mudar na minha vida. Algumas coisas que eu sei que me limitaram por um tempo e que eu precisava me livrar para ser quem eu quero, realmente, ser.

E por fim eu cheguei na parte principal, a aceitação. Já fizemos aqui um post sobre isso, é só clicar aqui e ler. Mas desde que eu e a Cyndria fizemos esse post eu percebi que a mudança e a aceitação ficaram perdidas no meu dia. Foram só palavras da boca pra fora, sabe?

Então eu resolvi fazer de 2017 o ano da minha aceitação e, em poucos dias, eu já consegui derrubar algumas barreiras que me prendiam.

Eu nunca gostei do meu cabelo, sempre alisei, passei horas fazendo chapinha e, quando não era possível, prendia e fingia que estava tudo bem. Mas todo mundo sabe que não estava, porque eu não saia de casa se meu cabelo não estivesse liso.

Por isso no fim de 2016 eu resolvi parar de ter neuras com isso, aceitar meu cabelo como ele é e começar a cuidar mais dele. Assim passei meu ano novo de cabelos ao natural e começar ali uma nova fase.

um pouco de aceitação 02eu, o ano novo e o começo de uma nova fase

Não vou mentir e falar que estou amando meu cabelo, que me sinto super segura com ele assim. Eu, ainda, não cheguei nesse nível de aceitação. Mas eu sei que aos poucos meu cabelo vai tomando forma, afinal foram anos de alisamento e descuido. E também sei que não importa o que os outros estão achando, esse é o meu cabelo, lidem com isso!

Um outro ponto que sempre me incomodou e está em fase de aceitação é meu corpo. Eu não gosto dele, vejo mil imperfeições e por muito tempo eu vivi com vergonha dele.

Mas não em 2017. Todo verão era o mesmo sofrimento, pensar em colocar biquíni, ir à praia. Eu preferia ficar em casa e passar calor do que ter que aceitar meu corpo.

Pois bem, desencanei. Não totalmente, ainda rola aquela vergoinha, mas fazer o que, esse é o meu corpo, e não posso muda-lo completamente. Criei coragem e resolvi que é hora de aceita-lo. Acreditem ou não, fui à praia umas quatro vezes, e por mais que esse número pareça pouco, eu acho que fui no máximo duas vezes em todo 2016.

E, para o meu espanto, consegui ir até o mercado da praia usando apenas shorts e a parte de cima do biquíni, sem nenhuma blusinha por cima. Como eu consegui isso? Não sei, mas eu fui. E eu fiquei tão feliz comigo mesma que quase sai pulando pela rua.

um pouco de aceitaçãoeu fui à praia e o mundo não acabou

Parece pouco e meio ridículo para algumas pessoas, mas para mim é tipo uma libertação. Eu estou me libertando e aceitando a pessoa incrível que eu posso ser. Sem medo, sem neuras e sem amarras.

Esse é o começo de 2017, o começo da minha aceitação. Tudo precisa de um ponto de partida e não podemos esperar mais! Que venha mais libertações <3

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